Para preencher a vaga direcionada para PCD'S, costumam contratar pessoas com deficiência leve. Menosprezando e ignorando a capacidade de um deficiente, fazendo com que a possibilidade de crescimento profissional do mesmo, seja inexistente.
A assistente social e fotografa Carla Paiva, trabalha com PCD'S a quatorze anos. Com um amplo conhecimento na Inclusão, deu sua opinião sobre a realidade existente no Mercado de Trabalho com Pessoas com deficiência.
A assistente social e fotografa Carla Paiva, trabalha com PCD'S a quatorze anos. Com um amplo conhecimento na Inclusão, deu sua opinião sobre a realidade existente no Mercado de Trabalho com Pessoas com deficiência.
Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de trabalho Carla Paiva
" Tenho uma amiga que tem deficiência física e é formada em direito. Ela atualmente trabalha numa empresa “caridosa” que lhe ofereceu uma vaga de atendente. Outro amigo, também deficiente é formado em Sistemas para internet e outra empresa “caridosa” contratou o rapaz para desenvolver uma atividade que não é da sua área, ambos recebem salários bem menores do que poderiam estar ganhando, são pessoas preparadas e com plenas condições de assumirem cargos dentro das áreas de conhecimento. Esses são dois exemplos de muitos que conheço.
As empresas procuram funcionários com deficiência para cumprir a Lei e não serem multadas. Mas procuram deficiências leves, de preferência aquelas pessoas que não tenham a ponta do dedo ou um bracinho torto e para ocupar cargos de funções simples e de salários baixos...isso mesmo, as pessoas não acreditam que a pessoa com deficiência tenham capacidade de assumir cargos de maior responsabilidade.
Eu trabalho com inclusão no mercado de trabalho e esses dias, ouvi uma gerente de Recursos Humanos fazer a seguinte proposta: nós concordamos que podemos trabalhar com a tua empresa mas com os seguintes critérios, primeiro que você encaminhe uma pessoa com deficiência leve e se caso o funcionário não der certo vocês devem “trocar” a pessoa. O funcionários não pode ser deficiente visual, nem deficiente auditivo e nem deficiente de membros inferiores...eu confesso que fiquei horrorizada com a proposta. Estão tratando as pessoas como coisas, que se não der certo podem ser trocadas.
Temos que entender que a inclusão no mercado de trabalho vai além das mudanças arquitetônicas, deve contemplar o acesso a pessoa com deficiência auditiva como libras, o acesso ao deficiente visual como as tecnologias e as mudanças nos processos das empresas que exigem que o funcionário desempenhe varias atividades e às vezes as pessoas com deficiência não são contratadas por que não conseguem desenvolver uma das muitas atividades exigidas.
As empresas tem a ideia que adaptar custa caro, só que não vão em busca de informações e não percebem que adaptar a parte física não serve somente para o deficiente físico, serve também para a gestante, para o obeso, para o idoso, etc.
Outra questão é que as empresas focam na deficiência e não no potencial da pessoa, exemplo é que cego tem que ser telefonista, mesmo tendo um diploma de advogado ou de outro curso superior. Não observam o candidato e o seu potencial e pensam em função da deficiência. O pensamento é de que as pessoas com deficiência devem se adaptar a empresa e não e empresa se adaptar para receber esses profissionais..."
Eu trabalho com inclusão no mercado de trabalho e esses dias, ouvi uma gerente de Recursos Humanos fazer a seguinte proposta: nós concordamos que podemos trabalhar com a tua empresa mas com os seguintes critérios, primeiro que você encaminhe uma pessoa com deficiência leve e se caso o funcionário não der certo vocês devem “trocar” a pessoa. O funcionários não pode ser deficiente visual, nem deficiente auditivo e nem deficiente de membros inferiores...eu confesso que fiquei horrorizada com a proposta. Estão tratando as pessoas como coisas, que se não der certo podem ser trocadas.
Temos que entender que a inclusão no mercado de trabalho vai além das mudanças arquitetônicas, deve contemplar o acesso a pessoa com deficiência auditiva como libras, o acesso ao deficiente visual como as tecnologias e as mudanças nos processos das empresas que exigem que o funcionário desempenhe varias atividades e às vezes as pessoas com deficiência não são contratadas por que não conseguem desenvolver uma das muitas atividades exigidas.
As empresas tem a ideia que adaptar custa caro, só que não vão em busca de informações e não percebem que adaptar a parte física não serve somente para o deficiente físico, serve também para a gestante, para o obeso, para o idoso, etc.
Outra questão é que as empresas focam na deficiência e não no potencial da pessoa, exemplo é que cego tem que ser telefonista, mesmo tendo um diploma de advogado ou de outro curso superior. Não observam o candidato e o seu potencial e pensam em função da deficiência. O pensamento é de que as pessoas com deficiência devem se adaptar a empresa e não e empresa se adaptar para receber esses profissionais..."
Por: Carla Paiva
OBS: A historia acima, retrata o que estou passando recentemente, pois estou no quinto período de pedagogia e fui contratada como agente administrativa'' graças a Deus, dei conta do recado'' afinal adoro desafios. Tudo estava indo bem, mas começaram as mentiras, armações, calunia e difamação, for fim, agressão físicas e psicológicas. Estava feliz com minha função, mas por preconceito tiraram de mim a minha alegria.
Acho que: meu carisma e simpatia com o povo, incomodavam muitas pessoas que estavam ao meu redor. A armação final, foi quando, acusaram minha mãe de ter agredido uma funcionaria do meu serviço com quem eu trabalhava, coisa que não houve, tanto que esperaram a minha saída do serviço, para chamar a policia, dizendo que minha mãe havia agredido tal funcionaria e também com testemunhas falsas. A agredida fisicamente e psicologicamente foi eu, pela funcionaria e não minha mãe, que ha agrediu e não a tal funcionaria. Foi tudo bem pensado, calculado para que me tirassem do serviço.


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