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domingo, 15 de setembro de 2013

Inclusão no Mercado de Trabalho... Existe mesmo?!? # Parte 2# - para entender o ocorrido, leia a postagem anterior a essa.

São crimes previstos no artigo oitavo da 7.853/89:
a) Recusar, suspender, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, porque é portador de deficiência.
b) Impedir o acesso a qualquer cargo público, porque é portador de deficiência.
c) Negar trabalho ou emprego, porque é portador de deficiência.
d) Recusar, retardar ou dificultar a internação hospitalar ou deixar de prestar assistência médico-hospitalar ou ambulatorial, quando possível, porque é portador de deficiência.
A pessoa com deficiência pode agir contra tais crimes apresentando uma representação junto a uma delegacia de polícia, ao Ministério Público Federal, ao Ministério Público Estadual e à Comissão de Direitos Humanos da OAB.

Entenderam agora porque eles deram parte de minha mãe ? e não de mim ? o que eles fizeram comigo, foi covardia e um crime gravíssimo,  por isso, resolveram culpar minha mãe.  Desde o dia 15 do mês passado estou sem trabalhar no C.V.T,  quando fui trabalha, na quinta feira, dia 15 a chefe do C.V.T Valeria freitas, disse que por ordem de RONAN ÂNGELO LEAL, SECRETARIO M. DA EDUCAÇÃO QUE NÃO IRIA TRABALHAR NO C.V.T por qual motivo? não me deram a resposta, todos estão calados.

 As fotos que estão postadas no C.V.T são essas:




     Como diz o ditado popular:  '' Família perfeita só em por porta retrato.'' Fato, nunca tinham colocado uma foto minha no face do C.V.T, poucas semanas antes de sair, postaram essas fotos, dando a entender que entre havia pratica de respeito, solidariedade humana, liberdade de expressão, pois isso é que qualifica o exercício da cidadania e experiencia para um bom trabalho em equipe, fato que nunca existiu, eu não tinha voz, as reuniões deixaram de ser em grupo e passaram a ser individuais,  quase todos os funcionários passaram a me ignorar, me tiraram do meu cargo, de agente administrativa e me colocaram para estabelecer outras funções que não eram adequadas para mim. 

Valeria Freitas - responsável pelo C.V.T.
Ela disse que fez tudo isso a mando de Ronan ( secretario M. da Educação, que é chefe dela, então, fez tudo que ele mandava.
 Relatei o que Valeria havia me dito para Ronan, ele me disse que jamais faria isso, que se estava tendo preconceito, humilhação e outras coisas mais, era por parte do C.V.T. Bom, se é por parte do C.V.T. Agora fica assim, um jogando a culpa no outro pensando que eu sou boba, a verdade está vindo a cavalo e o mais rápido possível e vcs vão saber quem vez parte dessa covardia, armação, dessa coisa tao baixa, eu já sei quem são: mas por enquanto não posso falar nada, mas quando puder, tenho certeza que será um show e vcs vão se surpreender.   
Lia do C.V.T
 - Foi ela que me disse que fazia tudo o que Valeria mandava e a mando de Ronan também.

- Ela que me agrediu e depois que sai do C.V.T chamou a policia dando parte de minha mãe sob, agressão e ainda com a ajuda de Valeria e Ronan, ela acha por ser concursada, tem direito de fazer o que fez comigo. Ela queria tanto o meu lugar na recepção, depois que sai ficou se vangloriando de felicidade, junto das testemunhas falsas que vcs arrumaram, agora está se escondendo porque será ? porque mentiu, agiu pelas costas, ela e club da luluzinha. Eu quando não devo encaro as pessoas de frente, não saio correndo não. Toda a vez que ela me vê, sai correndo assunta, assim como as testemunhas falsas.
 ''Não se engane com um abraço, com um sorriso, pois os falsos também sabem fazer isso.''

# Demi Lovato # 

sábado, 14 de setembro de 2013

Inclusão no Mercado de Trabalho... Existe mesmo?!?

Muitas Leis existem para favorecer as pessoas com deficiência, mas nem todos os empresario interpretam de forma correta.
   Para preencher a vaga direcionada para PCD'S, costumam contratar pessoas com deficiência leve. Menosprezando e ignorando  a capacidade de um deficiente,  fazendo com que a possibilidade de crescimento profissional do mesmo, seja inexistente.
   A assistente social e fotografa Carla Paiva, trabalha com PCD'S a quatorze anos. Com um amplo conhecimento na Inclusão, deu sua opinião sobre a realidade existente no Mercado de Trabalho com Pessoas com deficiência.
Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de trabalho  Carla Paiva
"  Tenho uma amiga que tem deficiência física e é formada em direito. Ela atualmente trabalha numa empresa “caridosa” que lhe ofereceu uma vaga de atendente. Outro amigo, também deficiente é formado em Sistemas para internet e outra empresa “caridosa” contratou o rapaz para desenvolver uma atividade que não é da sua área, ambos recebem salários bem menores do que poderiam estar ganhando, são pessoas preparadas e com plenas condições de assumirem cargos dentro das áreas de conhecimento. Esses são dois exemplos de muitos que conheço.
    As empresas procuram funcionários com deficiência para cumprir a Lei e não serem multadas. Mas procuram deficiências leves, de preferência aquelas pessoas que não tenham a ponta do dedo ou um bracinho torto e para ocupar cargos de funções simples e de salários baixos...isso mesmo, as pessoas não acreditam que a pessoa com deficiência tenham capacidade de assumir cargos de maior responsabilidade.
   Eu trabalho com inclusão no mercado de trabalho e esses dias, ouvi uma gerente de Recursos Humanos fazer a seguinte proposta: nós concordamos que podemos trabalhar com a tua empresa mas com os seguintes critérios, primeiro que você encaminhe uma pessoa com deficiência leve e se caso o funcionário não der certo vocês devem “trocar” a pessoa. O funcionários não pode ser deficiente visual, nem deficiente auditivo e nem deficiente de membros inferiores...eu confesso que fiquei horrorizada com a proposta. Estão tratando as pessoas como coisas, que se não der certo podem ser trocadas.
   Temos que entender que a inclusão no mercado de trabalho vai além das mudanças arquitetônicas, deve contemplar o acesso a pessoa com deficiência auditiva como libras, o acesso ao deficiente visual como as tecnologias e as mudanças nos processos das empresas que exigem que o funcionário desempenhe varias atividades e às vezes as pessoas com deficiência não são contratadas por que não conseguem desenvolver uma das muitas atividades exigidas.
   As empresas tem a ideia que adaptar custa caro, só que não vão em busca de informações e não percebem que adaptar a parte física não serve somente para o deficiente físico, serve também para a gestante, para o obeso, para o idoso, etc.
   Outra questão é que as empresas focam na deficiência e não no potencial da pessoa, exemplo é que cego tem que ser telefonista, mesmo tendo um diploma de advogado ou de outro curso superior. Não observam o candidato e o seu potencial e pensam em função da deficiência. O pensamento é de que as pessoas com deficiência devem se adaptar a empresa e não e empresa se adaptar para receber esses profissionais..."

Por: Carla Paiva

OBS: A historia acima, retrata o que estou passando recentemente, pois  estou no quinto período de pedagogia e fui contratada como agente administrativa'' graças a Deus, dei conta do recado'' afinal adoro desafios. Tudo estava indo bem, mas começaram as mentiras, armações, calunia e difamação, for fim, agressão   físicas e psicológicas. Estava feliz com minha função, mas por preconceito tiraram de mim a minha alegria.
  Acho que: meu carisma e simpatia com o povo, incomodavam muitas pessoas que estavam ao meu redor. A armação final, foi quando, acusaram minha mãe de ter agredido uma funcionaria do meu serviço  com quem eu trabalhava, coisa que não houve, tanto que esperaram a minha saída do serviço, para chamar a policia, dizendo que minha mãe  havia agredido tal funcionaria e também com testemunhas falsas. A agredida fisicamente e psicologicamente foi eu, pela funcionaria e não minha mãe, que ha agrediu e não a tal funcionaria. Foi tudo bem pensado, calculado para que me tirassem do serviço.

EU, TRABALHANDO NO C.V.T - CENTRO VOCACIONAL TECNOLÓGICO. VÁRZEA DA PALMA - MG.

Porque minha mãe estava comigo no C.V.T ?

- Primeiro: poque ela estava fazendo o curso de digitação.
- segundo: pedi a ela para ficar comigo,  pois estava cansada de tantas humilhações  por parte de funcionários  ( alguns  apenas) e também porque, relatava tudo p/ minha chefe e não via resultados.  

Como houve a agressão?

   Teve a agressão sim, mas por parte da funcionaria do C.V.T a minha pessoa,  bom aproveitando que minha mãe tinha ido ao banheiro, uma funcionaria do C.V.T,  foi a minha sala, aproveitando que eu estava de costas, me empurrou e me jogou contra a parede, não cai, porque me agarrei
 com os bra
ços

 na mesa e ainda levei um puxão de cabelo.
    Gritei por socorro e ninguém apareceu, sendo que os funcionários da manh
ã estavam presentes e minha chefe também estava no C.V.T, mas misteriosamente todo mundo sumiu... minha mãe, veio correndo e viu a cena, e afastou a funcionaria de mim, e minha chefe ficou trancada em sua sala, fingindo que não aconteceu nada, não ouviu nada, ai  minha mãe disse em alto tom:'' não sairei daqui, enquanto essa situação não se resolver'' ai minha chefe abriu a porta  e teve a cara de pau perguntar: O que houve gente ?

  minha mãe explicou, eu perguntei posso chamar a policia par
 esclarecer ? minha chefe disse: ''não, sei que vc 
está certa, deixa isso pra l
, podem ficar tranquila que irei chamar a atenção dela agora.''

   Ao chegar em casa, recebo uma ligação, dizendo que: A funcionaria do C.V.T tinha chamado a policia, sob ordem de minha chefe do C.V.T, o Secretario M.da Educação, e o atual prefeito, dando parte de minha mãe motivo:
'' Agressão.''


Pergunta: se eu fui a agredida fisicamente, verbalmente e psicologicamente porque deram parte da
 minha mãe ?

Resposta: porque estou falando a verdade e a lei esta

ao meu favor.

Deficientes físicos e deficientes mentais muitas vezes são vítimas de preconceito e discriminação. Costumam não receber o mesmo tipo de tratamento e ter a liberdade de ir e vir prejudicada pelas más condições de vias de acesso público e privado. Todavia, além da existência desse tipo de relacionamento abalado por falta de preparo público e social, também há formas de discriminação mais graves, como o crime de ódio. 
O crime de ódio contra deficientes físicos ou mentais é de extrema gravidade e desumanidade. A Declaração Universal dos Direitos Humanos deixa claro que todas as pessoas devem ser tratadas fraternalmente, independente de deficiências. A mesma Declaração também assegura que pessoas deficientes devem ter todos os tipos de necessidades especiais levadas em consideração no desenvolvimento econômico e social. No caso específico do Brasil, a Constituição Federal define como meta a busca do bem-estar de todos, sem quaisquer tipos de discriminação. Da mesma maneira, o Código Penal brasileiro determina como passível de punição os atos criminosos e de desrespeito causados por fatores discriminatórios. 
O objetivo maior que o Estado e a população devem ter em relação ao tratamento de pessoas com necessidades especiais é o de assegurar que o deficiente deve gozar, no maior grau possível, dos direitos comuns à todos os cidadãos. A deficiência não pode ser, em hipótese alguma, motivo para discriminação, ofensa e tratamento degradante.


Como identificar crimes de ódio
 contra deficientes físicos. 


     Os crimes de ódio contra deficiente costumam envolver formas de abuso e intimidação ou comentários desrespeitosos camuflados sob a forma de “piadas”. São comuns agressões físicas, agressões verbais, o uso de palavras ofensivas em relação a deficientes, comentários de mau gosto (o agressor costuma classificar tais comentários como brincadeira), imitação da maneira de ser da pessoa com deficiência, ataques morais, não admissão em cargos de emprego e etc. Os atos discriminatórios podem acontecer nas mais variadas situações e nos mais variados lugares. A discriminação, sendo ela sutil ou evidente, deve ser denunciada. Além de ser um direito, é dever de todo cidadão denunciar esse tipo de ocorrência. Através da denúncia protege-se não apenas uma vítima, mas todo um grupo que futuramente poderia ser atacado.